Partindo do jornal O lampião da esquina, 1978-1981, e chegando à publicação da revista Sui Generis, 1995-2000, Caê traça o mapa da memória mais recente do que se denomina, genericamente, comunidade gay brasileira. Mapa que serve tanto ao pesquisador, em busca de informações e análises mais precisas para além da mera descrição, quanto ao leitor, menos comprometido com as atividades acadêmicas. É como mapa da memória e carta de navegação da história recente que a pesquisa de Caê ganha seu maior relevo – posto que a identidade gay, no fim da década de 1970, é completamente diversa daquela que se encontra 10, 20 ou 30 anos depois, seja nas páginas dos jornais e revistas brasileiros, identificados com o público gay, seja nas ruas, como indivíduos, seja nas formas de representações artísticas ou da própria indústria cultural. "(Mário César Lugarinho, Universidade de São Paulo)
LIVROS
IMPRESSOES DE IDENTIDADE: UM OLHAR SOBRE A IMPRENSA GAY NO BRASIL
Partindo do jornal O lampião da esquina, 1978-1981, e chegando à publicação da revista Sui Generis, 1995-2000, Caê traça o mapa da memória mais recente do que se denomina, genericamente, comunidade gay brasileira. Mapa que serve tanto ao pesquisador, em busca de informações e análises mais precisas para além da mera descrição, quanto ao leitor, menos comprometido com as atividades acadêmicas. É como mapa da memória e carta de navegação da história recente que a pesquisa de Caê ganha seu maior relevo – posto que a identidade gay, no fim da década de 1970, é completamente diversa daquela que se encontra 10, 20 ou 30 anos depois, seja nas páginas dos jornais e revistas brasileiros, identificados com o público gay, seja nas ruas, como indivíduos, seja nas formas de representações artísticas ou da própria indústria cultural. "(Mário César Lugarinho, Universidade de São Paulo)
‘‘Jornal do Brasil – Memória de um secretário – Pautas e Fontes’’

Vida a Crédito

Obra interessante para qualquer estudante ou profissional da comunicação social, Vida a Crédito é o mais recente trabalho de Zygmunt Bauman. O livro traz uma grande entrevista com o autor feita pela jornalista mexicana Citlali Rovirosa-Madrazo.
Sinopse:
Com sua habitual ousadia, Bauman analisa algumas das questões morais e políticas mais urgentes na atualidade. Instigado pelas perguntas inteligentes da jornalista e pesquisadora mexicana Citlali Rovirosa-Madrazo, o sociólogo fala, entre outros temas, da recente crise financeira mundial, do fundamentalismo religioso, e até de fenômenos que nunca havia comentado, como a engenharia genética e a clonagem humana.
O autor desenha o cenário do mundo atual e explica como passamos de uma sociedade de produtores para uma de consumidores. Nesse panorama, homens e mulheres, velhos ou jovens, se transformam numa verdadeira raça de devedores. E nos leva a refletir sobre como tudo – do terrorismo internacional à indústria de cosméticos, do declínio do Estado à ameaça do aquecimento global – atesta o fato de que nossas vidas, também elas, são vividas a crédito.

